Desabafo do Poeta de Quinta...
Não sei porque estou assim
Não sei porque tudo está em mim
Tenho gana de vencer
Tenho vontade de morrer
Por que tudo chegou a este ponto?
Sou uma pessoa surda
Parece que tudo estava pronto
Mas o jogo vira, a cena muda
Não enxergo nada a frente
Não sei quem sou, quem sente
Só vejo jóias em meu poente
Trocando coração quente por nenhuma vertente
Em minha tumba fria
Uma alma que antes era viva
Agora está morta, como o lixo em minha porta
Porta torta, morna, esmola
O humano se arrepende
O poeta aprende
O humano lembra e faz uma prece
O poeta morre e esquece
C.L.
Não sei porque tudo está em mim
Tenho gana de vencer
Tenho vontade de morrer
Por que tudo chegou a este ponto?
Sou uma pessoa surda
Parece que tudo estava pronto
Mas o jogo vira, a cena muda
Não enxergo nada a frente
Não sei quem sou, quem sente
Só vejo jóias em meu poente
Trocando coração quente por nenhuma vertente
Em minha tumba fria
Uma alma que antes era viva
Agora está morta, como o lixo em minha porta
Porta torta, morna, esmola
O humano se arrepende
O poeta aprende
O humano lembra e faz uma prece
O poeta morre e esquece
C.L.

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